quinta-feira, 7 de março de 2013

Rede Expressos

Faz algum tempo que troquei o comboio pelo expresso. Foram anos e anos de relação, 4h dos meus fins-de-semana passadas no alfa ou no intercidades [o alfa permitia-me dormir de domingo para segunda em casa]. Depois descobri que o expresso tem internet, que afinal a viagem se faz super bem nos lugares da frente e que o ar é muito mais agradável do que o do comboio intercidades [quem conhece as duas realidades percebe o que eu quero dizer]. E são só mais 20 minutos. De expresso rentabilizo a viagem quando não me apetece ler ou trabalhar porque tenho a internet e, ultimamente, com as sucessivas greves que prejudicam a vida das pessoas que querem ir trabalhar e não podem, criei uma certa aversão à CP.
O contra do expresso é a viagem menos segura. Como viajo sempre nos lugares da frente, tenho o privilegio de assistir às longas conversas telefónicas do motorista, ora pega no telemóvel, ora põe o auricular, ora liga para o colega, para a mulher ou para os filhos.
Hoje, por exemplo, o expresso era novo. Os motoristas trocaram de turno e estou eu sentadinha nos lugares da frente a assistir às instruções de funcionamento do painel, dos botões, do volante, entre outros acessórios. De maneira que a viagem foi engraçada, a ver o motorista experimentar o cruise control, os botões do radio, das janelas e da luz. Pará além de toda a azáfama associada a baixa banco, sobe banco, sobe repousa braços, baixa repousa braços. Com o maravilhoso tempo que fazia lá fora.
As minhas viagens...sempre com o coração nas mãos!

quarta-feira, 6 de março de 2013

Dolce fare niente


Já só consigo pensar no fim-de-semana.
E o dia de amanhã vai ser tão comprido...nova ida a Lisboa, nova reunião para definir outro artigo e o meu projeto, muito trabalho estatístico para trazer feito.


terça-feira, 5 de março de 2013

Viva Fit

Hoje fui experimentar o circuito do Viva Fit. A minha irmã [que não é pessoa de desporto] inscreveu-se no Viva Fit em setembro do ano passado, depois de ter ficado impressionada com a falta de resistência e flexibilidade que tinha, ao ver-me toda enrolada em mim mesma a praticar yoga. De referir que a pequena já tinha estado inscrita em ginásios e acabou sempre por desistir, pelo que é uma grande vitória esta prática contínua que se mantém [até ver].
Eu, pelo contrário, sempre fui adepta de desporto. Adoro nadar, pratiquei cycling e bodycombat durante anos e só deixei o ginásio quando comecei a trabalhar. A pressão no trabalho, a correria e azáfama do dia-a-dia com formação numa ponta de Lisboa e reuniões na outra, chegava ao fim do dia sem energias e stress para libertar mas com a sensação de ter de recuperar o equilíbrio e a serenidade. Foi quando descobri a paixão pelo yoga [sempre pensei que era uma prática demasiado zen para mim].
Com as mudanças e o regresso a casa, deixei também o yoga e comecei a andar a pé, progressivamente a correr [aprendi a respirar bem no yoga :)]. Mas o pensamento no ginásio e no bodycombat, do qual tenho imensas saudades, é recorrente. E, de tanto me ouvir falar, a minha querida irmã desafiou-me a experimentar o circuito do Viva Fit durante uma semana.
Sempre gostei de modalidades de grupo, nunca fui adepta de máquinas. Mas, ali, a dinâmica que se cria é única, a música e a companhia são tão envolventes, a vontade de acompanhar as coreografias e fazer o maior número de vezes os exercícios é inebriante que, quando nos apercebemos, passou a meia hora.
Agora, sinto dores boas e vontade de estar lá amanhã outra vez.  



segunda-feira, 4 de março de 2013

Sunday things #2

Os almoços de domingo em casa da avó são uma tradição. Desde que me lembro de mim, lembro-me desta tradição que sofreu a passagem do tempo mas que mantém os mesmos rituais, as mesmas loiças, os mesmos cheiros, os mesmos sons inconfundíveis e característicos da nossa família. 

A casa antiga, uma sala de jantar com uma janela e uma varanda com caixilhos de madeira, a cair, uns cortinados de algodão e renda que cobriam apenas o vidro da janela. 
Almoços apertadinhos, com o barulho de fundo da formula 1 na televisão e a família toda reunida à mesa.

Uma casa reinventada. Obras. Mudanças. Nem sempre é possível reunir a família toda, nem todos os domingos se faz este almoço.

Mas, quando há almoço de domingo, aquela casa transborda família, histórias de vida. É uma tradição que, com orgulho, faz parte da minha vida.

E ficam as fotografias da comidinha boa da avó...



sábado, 2 de março de 2013

De comer e chorar por mais #2

Os restaurantes sugeridos hoje encontram-se na praia do meu coração. Figueira da Foz. 

Sol e mar, vento e frio. Agosto. Fins-de-semana. O escape mais perto, o nosso escape.
Praia, pequenina, com os avós. Praia dos pais e dos tios com os seus pais, meus avós. Historias que, de tanto as ouvirmos, parecem nossas.
Praia e saídas à noite, criança adolescente, com a casa cheia. Primeiros ares de liberdade.
Praia e convívio com os amigos, jantares, reencontros...que agora, sabem a pouco. 
Muitos almoços de praia no Marégrafo, muitos jantares com ele, com elas, com amigos, no Marégrafo e na Cantarinha.

Pratos típicos, cheiros particulares, pessoas familiares...tantas saudades do Verão.

A praia

Pratos | Marégrafo

Pratos | A Cantarinha [Feijoada de Búzios e Tiburnada de Polvo]

sexta-feira, 1 de março de 2013

My things #2

Dia em Lisboa. Botas confortáveis. Roupa confortável [tão bom, depois de quatro dias "formais"].

E o meu trevo da sorte, prenda delas, sempre comigo.