terça-feira, 9 de setembro de 2014

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A desesperar com esta dor, dente, gengiva, ouvido, tudo.
Depois de 4 dias com dores, a salvação, espero.

Sushi fashion, uma má experiência

Porque, infelizmente, nem todos os restaurantes e nem todas as experiências são de comer e chorar por mais.

Sushifashion. O nome, pessoalmente, é duvidoso, mas o restaurante foi-nos recomendado. Disseram-me que iríamos a um dos melhores restaurantes de sushi da linha. E fomos. Sushi top. Sobre a praia, em São Pedro do Estoril. Uma mesa à janela, com vista para a imensidão do mar.
Mas...tudo o que não deve acontecer no que respeita a pessoas e ao atendimento num restaurante aconteceu.
Falta de cuidado, para não dizer falta de educação. Fomos recebidas (eu, mãe e bebinha) sem um boa noite, apenas com indicação da mesa, que estava reservada, pela chefe de sala [suponho]. Literalmente, a carta caiu sobre a mesa.
Decidimos o pedido. Aceitámos a sugestão da senhora. Veio a sangria, trazida por um outro empregado, o jarro maior do que o que tínhamos pedido. Ora, como não estávamos a pensar enfrascar-nos, alertámos o senhor para esse facto. Dirige-se à mesa a senhora que recebeu o pedido e insiste comigo que a sangria que pedi foi aquela. Mas teimava comigo, a sério!? 
Depois destes percalços, aguardamos. E, ao contrario do expectável num espaço daqueles, sentimo-nos desconfortáveis porque os empregados do restaurante andam/correm de forma deselegante pela sala, o que não é de todo agradável. Passavam constantemente ao lado da nossa mesa, e das outras, de forma rude e grosseira. Ouvem-se os passos, os pedidos, os comentários. 
Para terminar, comentários segredados entre empregados, sobre a nossa mesa ou a mesa ao lado, onde as pessoas também mostraram algum desagrado pela atitude da empregada / chefe de sala.
Dos piores atendimentos ao público que presenciei. 
Ás vezes vamos a restaurantes onde os pratos nos desiludem, mas onde as pessoas são de tal forma empáticas e acolhedoras, que não conseguimos dizer nada. Depois temos espaços assim, têm todo o potencial, mas a falta de educação e cuidado riscam aquele restaurante da nossa lista.
Tendo em conta que tenho mais duas hipóteses de restaurantes japoneses em Cascais [Confraria, onde já estive e gostei muiiito da atenção das meninas e Hotel Farol, a experimentar num dia especial porque é bem caro], este já era.

Com esta imagem até ficamos com pena...

segunda-feira, 8 de setembro de 2014

Tio Doutor

um tio padrinho santo. santo porque tem o altruísmo e a descrição de um. porque acredito que faz milagres, à sua maneira [é médico]. mas santo, pela capacidade que tem de ir além, de querer saber mais, de se preocupar e de dar vida aos outros. um tio santo. porque ao mesmo tempo não parece humano e real. está muitas vezes presente, mas sempre distante, numa harmonia errada. a minha mãe e os meus tios tiveram um tio, que era o tio doutor [advogado]. quando a minha mãe fala nesse tio fala de alguém sério. sisudo. de respeito e com respeito. com conhecimento. é assim que vejo o meu tio padrinho. menos sisudo, talvez. 
foi o meu tio doutor que salvou a vida ao meu tio z., ao meu tio j., à minha prima e. e à minha mãe. são muitas vidas. é ele que faz acontecer para tudo se resolver. o médico do meu tio j. disse que estava tudo bem, o meu tio desconfiou, pediu exames novos, descobriu o aneurisma. a minha mãe teve cancro da mama, o meu tio confiou em quem acreditou e acompanhou sempre. o meu tio z. já foi operado por ele a um aneurisma no peito. a minha prima e. quis ser operada por ele a um tumor nos intestinos. 
a minha mãe esteve novamente nas mãos do meu tio, numa semana que foi angustiante de preocupação.  a semana passada. porque outros não fizeram bem o seu trabalho. 
a minha tia R., que fez sexta-feira 70 anos, não viu a sua festa surpresa ser cancelada porque era surpresa. porque o médico que a seguia há anos desvalorizou os sintomas e o seu problema de coração, problema e médico de uma vida. quem fez alguma coisa para a minha tia R ser bem acompanhada. o meu tio. 
santo. porque faz mais do que pode e move montanhas para cuidar dos seus. os outros "abrem" mares para salvar vidas, dão pão aos pobres, que se transforma em rosas. o meu tio dedica a vida dele aos outros.
lembro me de ser pequena e ler talvez no Diário de Coimbra um texto que uma recém mãe escreveu para ele, depois de se ter cruzado com o meu tio nas urgências. lembro-me de sentir orgulho. muito. ele não é assim só com a família. não pensem. ás vezes chegamos lá a casa, para jantar ao domingo à noite, e ele está no escritório. a estudar. soluções. para problemas que surgem ou que lhe aparecem entre mãos. não baixa os braços nem desiste. nunca.  
eu sei. tenho um tio santo. que é um orgulho. que olha por nós. e eu só tenho pena que ele não olhe por ele, também. 

domingo, 7 de setembro de 2014

Do fim-de-semana


Dor de dentes, depois de ir cortar a gengiva. Eu sei, não é bonito de se ver/ler.
Na tentativa de evitar aborrecimentos, numa semana especial que está quase a chegar.
Um dói dói no coração.
Porque aqueles de quem mais gostamos, são os que às vezes nos magoam mais.

Mas nem tudo foi menos bom.
O fim-de-semana deu para matar saudades do pai e dos avós paternos.
Hoje a mãe faz anos e fomos almoçar à Costa Nova com a tia J. e o tio Tz. 

E há alguém que já regressou a casa, com saudades.

Parabéns Mãe :)


A nossa linda e maravilhosa mãe está, hoje e sempre, de Parabéns.

sábado, 6 de setembro de 2014

Praia da Adraga | Restaurante da Adraga

Mais um de comer e chorar por mais ;)

A Praia da Adraga é maravilhosa. Sem dúvida, uma das praias mais bonitas do nosso país. Tem tanto de beleza, como de místico. Romântica e alternativa. E, como se a beleza da praia não fosse suficiente, tem um dos melhores restaurantes de praia, peixe e mar. 
A primeira vez que fui à Adraga, fui fazer praia com a minha mãe. Descobri a Agrada no site da Visão, onde foi eleita uma das praias mais bonitas do país [pergunto-me como, vivendo em Lisboa há tanto tempo, não conhecia este paraíso à beira-mal plantado]. Seguindo as recomendações, reservamos mesa no restaurante logo de manhã. Optámos pelas amêijoas, peixe e lulas grelhadas. Não me lembro de umas amêijoas à bulhão pato tão boas. Quisemos voltar com a bebinha, bom garfo também, como sabem. Amêijoas e uma sapateira para as três. Que sabor a fresco e mar. E, claro, não podia deixar de levar o A. aquele sítio maravilhoso.
O restaurante da Praia da Adraga podia ser um restaurante caro, pretensioso e impessoal. Podia. Com a qualidade que tem não deixava de ter clientes por isso. A qualidade por vezes paga-se bem. Também se paga mal. Mas poucos são os sítios onde sentimos que o valor da conta é justo. 
No Restaurante da Adraga, apesar de atarefados e a correr, os senhores são educados e simpáticos, sendo que o dono (mais correctamente, ou corrigido pelo préprio, o marido da dona) tem a arte de bem receber. O espaço é despojado e simples, agradável com a sua vista de mar (de dia). 
Descobri a Agrada este ano e já la fui três vezes. E espero voltar, naqueles dias de inverno em que sabe bem estar confortável e aconchegada a olhar para o frio e para o mar, num almoço tardio. 
Ficam as fotografias :)







Ameijoas à Suzete [com ele]

Sapateira

A <3

A melhor sobremesa do mundo [quem me conhece sabe que não sou fã de doces, mas este...]

Banho de 29

No último fim-de-semana fui com o A. até à Praia da Luz. Depois da semana que passámos na Luz o Verão passado prometi a mim mesma que se conseguisse este ano voltava, nem que fosse apenas no fim-de-semana do banho de 29 [sorte, 29 foi uma sexta-feira este ano!].
Não fomos ao banho, dar o típico mergulho à meia-noite, porque já temos bebé entre amigos [princesa MB] e houve espectáculo do André Sardet, ao qual assistimos. Mas matamos saudades da Luz, dos amigos e dos amigos dos amigos que conhecemos o ano passado, do Solar dos Perceves, em Vila do Bispo. E namorámos muito a MB, que é a bebé mais bem disposta e simpática que conheço.  
As férias do ano passado, aqui.

Praia da Luz


André Sardet

Nós, versão Shrek ;)